O Rio de Janeiro (também chamado de Rio) é um município brasileiro, a capital do estado do Rio de Janeiro, localizado no sudeste do país. A capital do Rio de Janeiro, o maior destino turístico internacional do Brasil, da América Latina e de todo o hemisfério sul, é a cidade brasileira mais conhecida no exterior e funciona como espelho ou retrato nacional, tanto positivo quanto negativo. É a segunda maior metrópole do Brasil (depois de São Paulo), a sexta maior da América e a trigésima quinta maior do mundo. A população estimada pelo IBGE em 1º de julho de 2019 era de 6.718.903 habitantes, com o apelido de “Cidade Maravilhosa”. Quem nasce lá chama-se “carioca”. Parte da cidade foi incluída na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO com o nome “Rio de Janeiro: a paisagem carioca entre as montanhas e o mar”, que foi declarada pela UNESCO em 1º de julho de 2012. Em 18 de janeiro de 2019, a cidade foi escolhida pela UNESCO como a primeira capital arquitetônica do mundo.

A cidade do Rio de Janeiro é um dos mais importantes centros econômicos, culturais e financeiros do país e é conhecido em todo o mundo por vários ícones da cultura e da paisagem, como o Pão de Açúcar, o Corcovado com a estátua do Cristo Redentor, praias como Ipanema, Copacabana e Barra da Tijuca, bairro tcheco da Lapa e seus arcos; Teatro Municipal do Rio de Janeiro; Floresta da Tijuca e Pedra Branca; Quinta da Boa Vista; Biblioteca Nacional; Ilha Paquetá; Réveillon de Copacabana; Carnaval no Rio; Bossa Nova e Samba.

Representa o segundo maior PIB do país (e 30 maiores do mundo), está estimado em aproximadamente 329 bilhões de reais (IBGE/2016) e abriga as duas maiores empresas brasileiras, Petrobras e Vale, além de grandes empresas de petróleo e telefonia do Brasil e o maior conglomerado de empresas de mídia e comunicação da América Latina, o Grupo Globo. O Rio também é o segundo maior centro de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por 19% da produção científica do país a partir de 2005. O destaque é a Universidade Federal do Rio de Janeiro, que publicou 5.952 artigos entre 1998 e 2002. O Rio de Janeiro é considerado uma cidade beta global, segundo o inventário da Universidade de Loughborough (GaWC) de 2008.

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A cidade foi gradualmente a capital da colônia portuguesa do Brasil (1621-1815), do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve (1815-1822), do império do Brasil (1822-1889) e da República dos Estados Unidos do Brasil (1889-1968), até 1960, quando a sede do governo mudou para a então recém-construída Brasília.

Embora se diga que o nome Rio de Janeiro foi escolhido porque os portugueses pensavam que se tratava de uma baía de estuário, na verdade, nessa altura não havia distinção entre a nomenclatura dos rios, bolsas e baías – e foi por isso que a bacia foi correctamente designada como um rio.

O litoral do atual estado do Rio de Janeiro foi habitado por índios com troncos macro-linguísticos há milhares de anos. Por volta de 1000, a região foi conquistada pelos povos tupi-falantes da Amazônia. Um desses povos, os Tamoios, também conhecidos como Tupinambás, ocuparam a área em torno da Baía de Guanabara no século XVI, quando os portugueses chegaram à região.

A Baía de Guanabara, em cujas margens a cidade foi fundada, foi descoberta pelo explorador português Gaspar de Lemos em 1 de janeiro de 1502, mas em 1 de novembro de 1555 os franceses, liderados por Nicolas Durand de Villegagnon, tornaram-se proprietários do Golfo da Guanabara, estabelecendo um assentamento na ilha de Sergipe (hoje Ilha Villegagnon). Entretanto, os portugueses aliaram-se a um grupo indígena concorrente dos Tupinambás, os Temiminós, e foi com a sua ajuda que atacaram e destruíram a colônia francesa em 1560; os franceses não foram expulsos desta região pelos portugueses até 1567.

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Com a presença francesa persistindo na região, os portugueses, sob o comando de Estácio de Sá, acompanhados por um grupo de fundadores, incluindo D. Antônio de Mariz, desembarcaram no istmo entre Morro Cara de Cão e Morro do Pão de Açúcar, fundando a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro em 1º de março de 1565. Após a conquista do território, em uma pequena praia protegida pelas montanhas do Pão de Açúcar, foi construída uma fortificação de purificação e terra, o embrião da fortaleza de São João.

No entanto, somente em janeiro de 1567 que os franceses e seus aliados nativos foram expulsos e finalmente derrotados. A vitória da Estácio de Sá, ao conquistar outros elementos franceses (que, aliados aos Tamoios, se dedicaram ao comércio e ameaçaram a dominação portuguesa da costa brasileira), garantiu a posse do Rio de Janeiro, desde então rejeitando novas tentativas de invasão estrangeira e estendendo, à custa da guerra, sua dominação sobre as ilhas e o continente. O povoado foi retomado no topo do antigo Morro do Castelo, localizada no atual centro da cidade. A colina foi removida em 1922 como parte da reforma urbana. O novo assentamento marcou o início da expansão da cidade.

Durante a maior parte do século XVII, a cidade desenvolveu-se lentamente. Uma rede de pequenas vielas ligava as igrejas, ligando-as ao Mercado de Peixe e ao Paço, à beira do cais. Dali nasceram as principais ruas do atual Centro. O Rio de Janeiro, que tinha cerca de 30.000 habitantes na segunda metade do século XVII, tornou-se a cidade mais populosa do Brasil, tornando-se assim uma cidade de fundamental importância para o regime colonial.

Essa importância foi ainda maior com a prospecção de depósitos de ouro em Minas Gerais no século XVIII: a proximidade levou à consolidação da cidade como importante centro portuário e econômico. Em 1763, o ministro português Marquês de Pombal transferiu a colônia de Salvador para o Rio de Janeiro.

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A chegada da corte portuguesa em 1808 teve um profundo impacto na cidade, que se tornou então o centro de decisão do Império Português, enfraquecido pelas Guerras Napoleônicas. Após a abertura dos portos, tornou-se um importante centro comercial. Durante as primeiras décadas, várias instituições educacionais foram estabelecidas, como a Academia Militar, a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, a Academia Imperial de Belas Artes, a Biblioteca Nacional, que possui a maior coleção da América Latina, e o Jardim Botânico. O primeiro jornal impresso do Brasil, o Gazeta do Rio de Janeiro, foi lançado na época. Foi a única cidade do mundo a ter um império europeu fora da Europa.

Foi a capital do Brasil de 1763 a 1960, quando o governo se mudou para o Brasil. É hoje a segunda maior cidade do país, depois de São Paulo. Entre 1808 e 1815 foi a capital do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve, então oficialmente conhecida como Portugal. De 1815 a abril de 1821, acolheu o Reino Unido de Portugal, o Brasil e o Algarve, depois que o Brasil se mudou para a parte integral do Reino Unido acima mencionada.

Depois que o Brasil recuperou sua independência em 1822, a cidade tornou-se a capital do império brasileiro e a província foi enriquecida pelo cultivo da cana de açúcar na região de Campos e, acima de tudo, por uma nova cultura do café no Vale do Paraíba. Para separar a província da capital do império, a cidade foi transformada em 1834 numa comunidade neutra, e a província do Rio de Janeiro tinha Niterói como capital.

Como centro político do país, o Rio concentrou a vida dos partidos políticos do Império. Na República Velha (1889-1930), com o colapso das áreas de café, o Estado do Rio de Janeiro perdeu seu poder político para São Paulo e Minas Gerais.

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Com a proclamação da República nas últimas décadas do século XIX e início do século XX, o Rio de Janeiro enfrentou sérios problemas sociais resultantes do rápido e descontrolado crescimento econômico. Com o declínio da escravatura, a cidade começou a acolher um grande número de imigrantes e antigos escravos europeus, atraídos pelas oportunidades que se abriram para encontrar trabalho remunerado. Entre 1872 e 1890, a população duplicou de 274.000 para 522.000.

O aumento da pobreza tem sido exacerbado pela crise habitacional, uma característica permanente da vida urbana do Rio desde meados do século XIX. O epicentro desta crise foi ainda e cada vez mais um centro central – a cidade velha e os seus arredores – onde se multiplicou o Cortico e rebentaram epidemias de febre amarela, varíola, colera-morbo, dando à cidade uma reputação internacional de porto sujo.

Muitas das campanhas de liquidação realizadas pelo governo da época não foram bem recebidas pela população carioca. Houve muitas revoltas populares, incluindo a revolta da vacinação de 1904, que também foi causada por medidas impopulares, como a reforma urbana do centro pelo engenheiro Pereira Passos. Diversos cortiços foram demolidos e os habitantes pobres da região central foram deslocados para as encostas, áreas portuárias e para a região do Caju, particularmente para o Morro da Providência e o Morro da Saúde.

Esses assentamentos se desenvolveram de forma desordenada, iniciando o processo de urbanização de favelas (ainda não alarmante) – o que não impediu a adoção de várias outras reformas urbanas e de saúde, que mudaram a imagem da capital da República da Polônia naquela época. A abertura do Teatro Municipal e da Avenida Rio Branco, com edifícios inspirados na Belle Époque parisiense, e a inauguração em 1908 dos títulos do Pão de Açúcar, um dos símbolos da genialidade brasileira, para comemorar os 100 anos da abertura dos portos.

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A atual área sul foi ocupada com a abertura do Túnel Velho, que ligava Botafogo e Copacabana. A aparição do Palácio Copacabana em 1923 sacrificou definitivamente o processo de ocupação e o turismo em uma região que viveu uma explosão demográfica. O Cristo Redentor foi inaugurado em 1931, tornando-se um dos cartões postais do Rio e do Brasil. Depois de transferir a capital federal para o Brasil em 1960, o Rio foi transformado em cidade-estado sob o nome de Guanabara. Em 15 de março de 1975, o Rio se fundiu com o antigo Estado do Rio de Janeiro e sua constituição foi promulgada em 23 de julho.

Em 1992, o Rio de Janeiro acolheu a Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento (CNUCED), mais conhecida como Rio-92, ou ECO-92, a primeira grande conferência internacional realizada após o fim da Guerra Fria, com a participação de delegações de 175 países.

Em 2007, foi sede dos Jogos Olímpicos Pan-americanos e investiu em instalações esportivas (incluindo a construção do estádio Nilton Santos), transporte, segurança pública e infraestrutura urbana, além de sete jogos da Copa do Mundo em 2014. Ainda no campo dos esportes, a cidade sediou os Jogos Olímpicos de Verão de 2016.

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O litoral do Rio de Janeiro tem 197 quilômetros de extensão e inclui mais de 100 ilhas que cobrem 37 quilômetros quadrados e está dividida em três partes, em frente à Baía de Sepetiba, ao Oceano Atlântico e à Baía de Guanabara. A única característica geográfica expressiva da costa da Baía de Sepetiba é a Restinga da Marambaia, que é arenosa, baixa e ligeiramente cortada. A costa da Baía de Guanabara é baixa, baixa, cobrindo muitas ilhas (como a do Governador com 29 km²) e é o centro comercial costeiro e subúrbio industrial.

A costa atlântica expressa uma variedade considerável, às vezes alta, em contato com os braços costeiros dos maciços da Pedra Branca e da Tijuca, às vezes baixa, um trecho onde as praias integradas à paisagem urbana se estendem. Várias lagoas se desenvolveram nas planícies, como as da Tijuca, Marapendi, Jacarepaguá e Rodrigo de Freitas, muitas das quais têm solos pantanosos que ainda não foram totalmente drenados.

O clima do Rio de Janeiro é o Oceano Atlântico tropical, com variações locais devido a diferenças de altitude, vegetação e proximidade ao oceano. Por ser uma cidade costeira, o efeito do nível do mar é perceptível, resultando em diferenças de temperatura relativamente baixas. Os verões são quentes e úmidos e, por vezes, tempestuosos. De acordo com informações do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a temperatura mínima absoluta desde 1961 no Rio de Janeiro em 28 de junho de 1994 na estação climática do Alto da Boa Vista em termos absolutos era de 6,7°C na estação climática do Alto da Boa Vista, onde a maior precipitação acumulada do município também foi registrada em 24 horas, 327,2 mm em 12 de março de 1998. A temperatura máxima absoluta atingiu 43,2°C em 26 de dezembro de 2012, na estação de Santa Cruz, com mais de 43,1°C em 14 de janeiro de 1984, registrada em Bangu (cuja estação foi desativada em março de 2004), considerado o bairro mais quente do município.

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As 10 Melhores Praias do Rio de Janeiro

Praia Vermelha

A Praia Vermelha localiza-se no bairro da Urca, no sul do Rio de Janeiro. Com aproximadamente 300 metros de comprimento, o que torna a Praia Vermelha invisível para muitos visitantes e turistas.

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 Ipanema

Chegando à parte central do Rio de Janeiro, a famosa Praia de Ipanema ganha a atenção dos visitantes. Ela tem aproximadamente 2,6 quilômetros de comprimento e inclui o Posto 9 e o Posto 10, o primeiro dos quais é o mais tradicional ao longo da costa. Se você quiser namorar muito e conhecer muitos jovens, a praia de Ipanema será ainda mais divertida.

A Praia de Ipanema também é considerado um dos melhores pontos gay friendly do Brasil. Obviamente existem muitos outros tipos de ambientes onde você pode se divertir tanto de dia como de noite.

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 Praia do Inferno

De volta à região de Grumari, você verá a Praia do Inferno. Esta é talvez a praia menos visitada das praias mencionadas nesta lista. Se você é fã de praias desertas, selvagens e bonitas, você se apaixonará pela Praia do Inferno.

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Prainha do Vidigal

Até recentemente, não havia praia batizada na orla do Morro Dois Irmãos. A Prainha do Vidigal apresenta pequena faixa de areia, com apenas 500 metros de comprimento.

Algo que torna a Prainha do Vidigal ainda mais especial é o fato dela poder ser visitada na maré baixa. Isto porque há duas colinas ao redor que não permitem que o mar flua em dias molhados. Vale a pena visitar esta pequena esquina que não é muito explorada pelos turistas.

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Praia de Grumari

Quando o turista chega à Praia de Grumari, tem a sensação de que está muito longe da capital. A praia de Grumari é muito rústica, com uma atmosfera totalmente deserta e rodeada por uma paisagem natural única. Você não vai encontrar uma área muito ocupada nem populas, porque esta área é quase inteiramente uma área de proteção ambiental.

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 Arpoador

A Praia do Arpoador atrai diariamente muitos turistas, visitantes e moradores do Rio de Janeiro. É na Praia do Arpoador onde você verá o pôr-do-sol mais bonito da cidade.

É bom estar aqui cedo porque ela é um dos pontos turísticos mais disputados. Não se esqueça que o sol normalmente se põe às 17h30 (ou mais tarde no verão). Pela parte da noite também há muitas atrações na Praia do Arpoador. Os quiosques do mar estão sempre cheios de pessoas de todas as idades curtindo o clima praiano.

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Prainha

A Prainha fica muito perto da praia de Grumari e você pode conhecê-la de uma só vez. É também uma área de proteção ambiental onde há uma série de regras de exploração, é importante você fazer uma pesquisada se está planejando criar caminhos através deste lugar. O Parque da Prainha é muito menor que o Parque Grumari. Tem apenas 147 hectares, mas há muito para ver e descobrir.

Uma dica valiosa é visitar o Parque Estadual da Pedra Branca, que fica muito perto da Prainha. É a maior floresta urbana do mundo, com uma área de 12,5 mil hectares. É importante que chegue cedo se quiser conhecer bem a região. O acesso aos carros é controlado, pois só há espaço para 200 veículos. Assim que este número for atingido, o acesso é interrompido.

Há muitos surfistas na região. De Grumari a este lugar, o mar é muito movimentado, o que atrai a atenção de quem gosta de praticar esportes à beira-mar. Também o bodybuilding, o longboarding e o bodysurfing são praticados nesta praia.

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Praia do Pepino

Localizada no bairro de São, a Praia do Pepino é um pequeno e belo ponto turístico do Rio de Janeiro. A Praia do Pepino é lindamente vista do alto da Pedra Bonita e da areia. De cima é possível ser observada a geografia da cidade e de baixo você pode ver as asas-delta, que estão constantemente caindo e tornam o ambiente mais colorido e alegre. A Praia do Pepino foi uma das cenas do longa-metragem Rio, de 2011.

Você provavelmente irá visitá-la quando for à Floresta da Tijuca, uma das mais famosas reservas naturais do mundo, e a Pedra da Gávea. A Praia do Pepino é um pequeno pedaço de São Conrado que se estende por 3 quilômetros de litoral na zona sul do Rio de Janeiro.

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Leblon

O Leblon é um dos bairros mais ricos e luxuosos da cidade do Rio de Janeiro. Com uma vista privilegiada do Morro Dois Irmãos, toda a praia, incluindo o Posto 11 e 12, é muito tranquila, especialmente nos dias de semana. Não há muitos quiosques nela, nem muitas sombras, cadeiras e tanta circulação quanto você pode ver em Copacabana e Ipanema.

Se você gosta de esportes de areia, você provavelmente encontrará uma boa companhia nesta praia. Ao redor dela há redes de vôlei e traves de futebol e, especialmente nos finais de semana, os grupos se reúnem para jogar.

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Copacabana

É quase impossível falar da cidade do Rio de Janeiro e não falar de um de seus cartões postais: a Praia de Copacabana. Podemos dizer que esta é a praia mais famosa da capital, porque está rodeada de muita história e cultura. Você pode tirar uma foto no famoso calçadão de Copacabana, feito exclusivamente por Burle Marx, com pedras portuguesas. Esta caminhada faz parte do patrimônio do Rio de Janeiro e com certeza merece uma visita.

Copacabana também inclui vários hotéis tradicionais, bares, restaurantes e quiosques à beira-mar. Também abriga a fortaleza de Copacabana, onde é obrigatório parar para observar a beleza da região e tomar um refresco em uma das mais tradicionais confeitarias da cidade: Colombo, localizada em um dos prédios da fortaleza.

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